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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Moromizato e Gerson Campos Desmoralizam Imagem de Clodovil em Ubatuba


Texto: Marcos Leopoldo Guerra

Os incompetentes Maurício Moromizato e Gerson Campos, até então prefeito e secretário de turismo de Ubatuba respectivamente, unidos ao irresponsável João Toledo que se auto intitula amigo de Clodovil resolveram perturbar o sossego dos mortos, denegrindo a imagem do estilista e deputado, através de uma exposição que se traduziu em uma afronta a imagem de Clodovil, mais se assemelhando a programas cômicos de gosto duvidoso onde a personalidade é ridicularizada. Não deve ser mero acaso o vice prefeito Sérgio Caribé não ter participado desse circo de horrores que mais se assemelha a uma ode ao mau gosto e a falta de noção.

Como se não bastasse à população de Ubatuba a vergonha de ser supostamente administrada por um suposto prefeito e seu bando de incompetentes, os cidadãos são obrigados a assistir a destruição pública do nome e da imagem de Clodovil. Ubatuba não merece isso e Clodovil muito menos. Pessoas que se aproveitam da imagem dos mortos para algum tipo de vantagem financeira ou pessoal, o fazem porque chegaram ao ponto mais baixo que um ser humano pode chegar. Mesa de plástico, sofá sujo ou manchado, banners de plástico com propaganda, cabides de plástico forrados com tecido de quinta categoria, assoalho de madeira pintado de branco, enfim se não fossem as fotos eu não acreditaria que tamanha esculhambação tivesse ocorrido com aval da prefeitura e utilização de dinheiro e espaço públicos.

Abaixo o relato extremamente sensato e apropriado da Sra Benedita Teixeira Prado, ex cliente de Clodovil, moradora de Petrópolis, que do mesmo modo que diversas pessoas de bom senso ficou indignada com essa suposta homenagem: 
"Estou muito incomodada e chateada com uma situação. Minha neta Patricia me indicou uma página sobre uma exposição do Clodovil, junto me deu um endereço de uma pessoa que organizou e tinham fotos, fiquei apavorada. 

Achei uma esculhambação com o nome dele, banners de plástico com fotos da internet cheio de propagandas de padaria, mesa de plástico junto a cadeiras que foram dele, sofá manchado, e o pior, vestidos pendurados por cabides como se fosse um brechó. O que mais me assustou é que era uma exposição em homenagem, como não vi nenhum anuncio do Instituto Clodovil Hernandes (página oficial), deduzi ser feito por alguma pessoa que realmente não sabe o que foi Clodovil, eu fui cliente dele, me recebia na porta, sempre gentil e educado, de um bom gosto único, nada ali naquelas fotos lembra ele, mesmo tendo o rosto dele estampados em banners de plástico. 

Pelo prédio onde está esse desbunde, aparenta uma construção antiga, de assoalho, tacarão uma tinta branca no chão, achei isso um vandalismo, eu conheço Ubatuba, é repleta de prédios históricos, não se trata um assoalho assim. Mas o mais triste mesmo é o desrespeito com a imagem, se sabe que faltam recursos, não se meta a fazer esse tipo de coisa porque fica feio demais, para a cidade, a prefeitura envolvida e os anunciantes, vários alias, de padaria a loja de celular. Por que não procura quem sabe? Quem tem o legado nas mãos? 

Sobretudo o que mais me causou estranheza é que acabou de acontecer uma exposição belíssima, por que essa outra assim, nem trabalho de colégio dá para chamar, porque se fosse organizada por alunos em classe de História, certamente haveria pesquisa e seria sim, uma exposição em homenagem, não uma arrecadação de patrocínio. Outra coisa que achei um despautério desse Sr que organizou essa manifestação deplorável, são suas palavras em estórias sexuais relatando intimidades de quem ele chama de amigo. Faço pesquisas buscando imagens antigas de vestidos ajudando minha neta estilista e me deparei com essa página descrevendo um bacanal, achei desrespeitoso, uma agressão a memória do Clodovil, o que mais me deixou perplexa é que esse cristão se diz amigo intimo dele. Bom, foi um desabafo, precisava externar, estava me machucando isso tudo, quem me conhece sabe o encanto que tenho pelo Clodovil, sempre teve meu carinho, não posso admitir esse tipo de desrespeito. Como eu disse lá no Instituto Clodovil Hernandes, quer homenagear? Mande rezar uma missa na intenção dele, reze por ele."

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Eduardo Cesar Anuiu à Opinião de Clodovil???


No último dia 17 de junho, houve a abertura, na FUNDART, da exposição "Traços e Retratos de Clodovil Hernandes". Ao ver a foto de Eduardo Cesar com o atual e não sei por quanto tempo Secretário de Turismo Maurício, tendo ao fundo um quadro com a imagem de Clodovil, até mesmo minha cachorra riu.

Para os que não lembram é bom frisar que o relacionamento entre Clodovil e Eduardo Cesar era o pior possível, sendo que os locais inusitados para onde Clodovil queria que Eduardo fosse, não podem sequer ser citados. Clodovil sempre que tinha oportunidade manifestava claramente, em alto e bom tom o que pensava de Eduardo. De outro lado Eduardo deixava bastante claro que Clodovil era seu grande desafeto.

Ao ver a foto citada, me pergunto o que terá mudado? Eduardo refletiu e chegou a conclusão que Clodovil estava certo? Eduardo seguiu os conselhos de Clodovil ou Eduardo não foi sequer aceito nos locais inusitados para onde Clodovil o mandou?

Após muito refletir e não encontrar respostas, me surgiu uma linha de raciocínio que poderá servir de luz para entender a confusa vida política de Eduardo. As últimas duas pesquisas realizadas em Ubatuba para as eleições de 2012, possuem um ponto em comum. Eduardo teve números muito elevados, sendo que em uma das pesquisas obteve algo em torno de 65% e em outra chegou a 85%. Nunca ví um prefeito tão próximo da unanimidade. 

Parabéns Eduardo de Souza Cesar você chegou lá!

Os percentuais 65% e 85% se referem a REJEIÇÃO DE EDUARDO CESAR EM UBATUBA. Tais números mostram um retrato atual de quem prefere fazer um pacto com o capeta a votar em qualquer pessoa indicada por Eduardo Cesar.

Voltando a minha linha de raciocínio é possível que Eduardo, sempre tão bem informado, tenha chegado a conclusão que o melhor a fazer é procurar o apoio dos mortos, afinal de contas os mortos não reclamam, não precisam de médicos, nem de hospitais, não andam de carro, a pé ou de bicicleta, portanto se as ruas possuem ou não buracos pouco importa. Os mortos também não usam suas propriedades e podemos dispor das mesmas como desejarmos.