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domingo, 15 de maio de 2011

Pare Angra III

Greenpeace protesta no Palácio do Planalto contra os investimentos em energia nuclear no Brasil e pede a presidente Dilma que suspenda ações na área.





sábado, 7 de maio de 2011

Não as Usinas Nucleares

Abaixo-assinado Contra Angra 3 e a Construção de 55 novas usinas nucleares no Brasil

Para:Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal

14 de Março de 2011;

Pedimos por meio desta:

* O Fim da expansão do programa nuclear brasileiro;
* Suspensão da exploração de minério radioativo; 
* O Fim do projeto de construção de 55 usinas nucleares no brasil à partir de 2011; 
* Reestruturação do setor nuclear brasileiro para o uso seguro da energia nuclear com fins medicinais; 
* Não construção da usina nuclear Angra 3;
*Investimento em geração de energias renováveis. 
Estudo de 2006 da Universidade de São Paulo (USP) revela que serão necessários R$9,5 bilhões e mais seis anos para a finalização de Angra 3. Com um investimento menor, de R$7,2 bilhões, seria possível construir um parque eólico com o dobro da capacidade de Angra 3, ou seja, 2.700 MW, em dois anos – sem produzir lixo radioativo, sem o perigo de contaminação e com as emissões de gases estufa quase zeradas, gerar 32 vezes mais empregos

Lembrando que em 2003 Greenpeace e a Fundação SOS Mata Atlântica reuniram 50.000 assinaturas e nada foi feito pelo governo.

Que uma atitude seja tomada em resguarda da vontade da população brasileira.
Os signatários

Clique Aqui para assinar o Abaixo-assinado Contra Angra-3 e a Construção de 55 Novas Usinas Nucleares no Brasil


NOTA DO EDITOR 
 
Em 14 de abril de 2011 o Ubatuba Cobra publicou matéria onde o Greenpeace trata deste tema, clique aqui para acessar o texto.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Filie-se

Pare Angra 3

Olá, ciberativista

O Greenpeace analisou os cem primeiros dias de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto e constatou que seu governo não transformou em política suas promessas de campanha, de proteger nossas florestas e investir em energias renováveis. Dilma não se mexeu para parar o trator ruralista, que está prestes a atropelar o Código Florestal no Congresso – onde, aliás, segue empacada a lei que incentiva a expansão da geração de solar e eólica no Brasil, por puro desinteresse do governo.

Dilma também continua em silêncio sobre o futuro do programa nuclear
brasileiro.
O acidente na usina de Fukushima, no Japão, completou um mês nesta segunda-feira, dia 11 de abril, sendo elevado à categoria máxima dos acidentes nucleares. Ganhou o nível 7, equiparando-se em gravidade à explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.

Nesses trinta dias desde que os reatores de Fukushima começaram a derreter, governos da Europa, China e Estados Unidos anunciaram a revisão de seus protocolos de segurança em usinas nucleares ou a suspensão de investimentos neste tipo de geração. Precisamos da sua ajuda para fazer Dilma seguir o exemplo de outros líderes mundiais.
A paralisia de Dilma nesse assunto contrasta com o exemplo dado por outros líderes mundiais. Você já disse isso para a presidente, assinando a petição pela suspensão dos investimentos na construção da usina nuclear de Angra III. Muito obrigado. Outras 30 mil pessoas também assinaram. Mas precisamos do maior número possível de pessoas para tirar Dilma do estado de letargia. Por isso novamente pedimos sua ajuda.

Divulgue a petição para parar Angra III entre seus amigos. Fale dela no Twitter e Facebook. Quanto mais gente souber, e assinar, melhor. Como você, elas também podem fazer toda a diferença.
Ricardo Baitelo

Abraços,
Ricardo Baitelo
Coordenador de campanha de energia
Greenpeace Brasil