Mostrando postagens com marcador Greenpeace. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Greenpeace. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Assine Pelo Desmatamento Zero

Há alguns dias, o Greenpeace sobrevoou o entorno da Reserva Extrativista Verde para Sempre e encontrou pilhas de árvores no chão, caminhões e balsas cheias de madeira. A área é protegida e reservada para populações tradicionais do Pará, mas vem sendo constantemente pressionada por madeireiros que querem explorar comercialmente a unidade de conservação.
Uma denúncia foi entregue ao Ministério Público e ao Ministério do Meio Ambiente pedindo a investigação sobre a retirada de madeira da região. Você pode se juntar a nós e ajudar a proteger nossas florestas assinando a petição pelo Desmatamento Zero.


Assine e compartilhe a iniciativa de lei popular que pede o fim da devastação das florestas brasileiras. Precisamos da sua ajuda para conseguirmos encaminhar o projeto de lei para o Congresso Nacional e fazer com que o Brasil fique livre do desmatamento.

Este ano completamos 20 anos no Brasil, graças a pessoas como você, que acreditam que um futuro mais verde e pacífico é possível. Faça parte do Greenpeace, junte-se a nós.

Marcio Astrini
Coordenador da Campanha da Amazônia
Greenpeace  

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Código Florestal: a posição da bancada do PT

O assunto do Código Florestal causou muita polêmica e ainda causa. Nas redes sociais, a tendência é juntar tudo em dois lados: os que aprovaram e os que não foram contra o novo texto.

Pelo resultado da votação, que apontou aprovação por ampla maioria, pode parecer que tudo foi tranquilo e que todas as posições são iguais. Ambientalistas, imprensa e outros setores da sociedade acusam a aprovação como sendo muito nociva ao País.

Por esse motivo, avalio ser importante o texto abaixo, com esclarecimentos oficiais da bancada do PT na câmara federal, a respeito do tema, inclusive mostrando que o texto foi aprovado com mudanças em relação ao relatório inicial, mostrando como foram as discussões e também a luta que agora se inicia pela modificação do texto no senado (obrigando a voltar para a câmara) e também da posição de pedir veto presidencial para as partes do texto aprovado que continuarem sendo nocivas ao futuro do País.

Eu fiquei satisfeito com a posição da bancada e muito tranquilo, agora, para defender tanto o PT quanto o governo nesse episódio. O deputado Paulo Teixeira, que assina a nota, é um "Ambientalista" convicto, com posições estudadas, claras e de enfoque sócio-ambiental nessa matéria, portanto, muito longe de ser um irresponsável ou um defensor da degradação e depredação ambiental.

Mauricio Moromizato PT - Ubatuba
 
 A bancada do PT defende uma proposta de Código Florestal equilibrada, que respeite nossas condições naturais de potência agrícola e ambiental. Nessa primeira etapa da batalha pelo Código que queremos, não obtivemos sucesso.

Quem perdeu não foi o governo, nem o PT, quem perdeu foi o Brasil. Mas confiamos na força de mobilização da sociedade e nas negociações ainda no Senado e no retorno do texto à Câmara, para se chegar a um relatório mais equilibrado. Nosso compromisso é continuarmos lutando para suprimirmos essas disposições que atentam contra nossa biodiversidade.

Após todas as votações do Congresso Nacional, caso não consigamos evitar um texto que contenha anistia a desmatadores, já pedimos à presidenta da República o veto.

Como líder do PT, lutei incansavelmente para que o governo se posicionasse. Fechada a posição, a bancada federal do PT seguiu a orientação do governo.


Histórico do projeto

Primeiro, é preciso lembrar que o PT votou contra o relatório de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) na Comissão Especial que analisou o tema em 2010. Avaliou, na época, que o texto apontava vários retrocessos na política ambiental brasileira.

No início deste ano, a bancada do PT pediu e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), criou uma Câmara de Conciliação. O instrumento foi importante para que o maior número possível de vozes fossem ouvidas: ambientalistas, produtores rurais e cientistas, ponderando melhor todas as consequências da alteração do Código.

Como partido de governo, o PT também lutou para que o Poder Executivo tivesse uma posição única, que representasse as visões dos Ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente, e do Desenvolvimento Agrário.

A partir desses movimentos, o relatório melhorou consideravelmente. Voltaram ao texto a reserva em topos de morro – que antes havia sido retirada — e foi mantida a Reserva Legal em 80% na Amazônia Legal, 35% no Cerrado e 20% nos outros biomas. A Área de Preservação Permanente (APP), que antes havia sido reduzida para 15 metros, voltou a ter 30 metros nas margens de rio.

Ao mesmo tempo, o governo trabalhou pela inclusão de temas importantes para os pequenos agricultores. Além disso, foi construída uma solução que traz para a legalidade os plantios de café, uva e maçã em áreas de relevo, sem abrir mão da preservação dos topos de morro, assim como a regularização do cultivo de arroz em áreas de várzea.


Posição da bancada

Com esses avanços, a bancada do PT decidiu seguir a posição de governo e votar com o relatório, mesmo mantendo profundas críticas ao projeto, que foram apresentadas em Plenário e que vamos continuar lutando para alterar.

O relatório de Aldo ainda define como “área consolidada” os terrenos desmatados até julho de 2008, liberando, na prática, os produtores rurais de fazer o reflorestamento. O texto também exime da recomposição os proprietários de terrenos de até quatro módulos fiscais – o que pode chegar a até 400 hectares na Amazônia.

Além de seu efeito prático para as áreas já desmatadas, a medida estimula novas queimadas e até o fracionamento de grandes áreas em propriedades menores, de até 4 módulos, para permitir desmatamento.

Optamos por destacar, e votar contra, esses trechos, que consideramos extremamente nocivos ao país, e votar o restante do texto, resultante das negociações entre parlamentares e governo. Continuaremos lutando para suprimir as partes do texto que atentam contra nossa biodiversidade.

Mas concentramos nossas forças em derrubar a emenda 164, do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), que consolida atividades agrosilvopastoris desmatadas descaracterizando as Áreas de Proteção Permanente (APP) no meio rural.

Essa emenda transfere aos Estados o poder de decidir quais atividades podem justificar o desmatamento de Áreas de Preservação Permanente (APP) e anistiar multas ambientais.

Para derrubar essa emenda, extremamente nociva ao meio ambiente e ao futuro de nosso país, faltaram menos de 50 votos. Perdeu o país. Nós, do PT, continuaremos tentando derrubar essa emenda no Senado, ou então pedirei à presidenta da República o veto dessa medida.

Desejamos para o Brasil um Código Florestal equilibrado, que garanta nossa produção agrícola sem abrir mão de nossa biodiversidade. Para isso, continuaremos fazendo o debate com a sociedade civil, comunidade científica, agricultura familiar e outros setores para oferecer finalmente ao país um Código Florestal que mantenha o Brasil como potência agrícola e ambiental.

Paulo Teixeira
Deputado Federal e líder do PT na Câmara dos Deputados


NOTA DO EDITOR

WWF Brasil, Greenpeace e mais cinco ONGs apontam 19 falhas na proposta do novo cógigo florestal, afirmando que haverá incentivo ao desmatamento e uma isenção generalizada aos infratores. (clique aqui para a cessar a íntegra publicada no Jornal Folha de São Paulo)

domingo, 15 de maio de 2011

Pare Angra III

Greenpeace protesta no Palácio do Planalto contra os investimentos em energia nuclear no Brasil e pede a presidente Dilma que suspenda ações na área.





sábado, 7 de maio de 2011

Não as Usinas Nucleares

Abaixo-assinado Contra Angra 3 e a Construção de 55 novas usinas nucleares no Brasil

Para:Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal

14 de Março de 2011;

Pedimos por meio desta:

* O Fim da expansão do programa nuclear brasileiro;
* Suspensão da exploração de minério radioativo; 
* O Fim do projeto de construção de 55 usinas nucleares no brasil à partir de 2011; 
* Reestruturação do setor nuclear brasileiro para o uso seguro da energia nuclear com fins medicinais; 
* Não construção da usina nuclear Angra 3;
*Investimento em geração de energias renováveis. 
Estudo de 2006 da Universidade de São Paulo (USP) revela que serão necessários R$9,5 bilhões e mais seis anos para a finalização de Angra 3. Com um investimento menor, de R$7,2 bilhões, seria possível construir um parque eólico com o dobro da capacidade de Angra 3, ou seja, 2.700 MW, em dois anos – sem produzir lixo radioativo, sem o perigo de contaminação e com as emissões de gases estufa quase zeradas, gerar 32 vezes mais empregos

Lembrando que em 2003 Greenpeace e a Fundação SOS Mata Atlântica reuniram 50.000 assinaturas e nada foi feito pelo governo.

Que uma atitude seja tomada em resguarda da vontade da população brasileira.
Os signatários

Clique Aqui para assinar o Abaixo-assinado Contra Angra-3 e a Construção de 55 Novas Usinas Nucleares no Brasil


NOTA DO EDITOR 
 
Em 14 de abril de 2011 o Ubatuba Cobra publicou matéria onde o Greenpeace trata deste tema, clique aqui para acessar o texto.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Filie-se

Pare Angra 3

Olá, ciberativista

O Greenpeace analisou os cem primeiros dias de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto e constatou que seu governo não transformou em política suas promessas de campanha, de proteger nossas florestas e investir em energias renováveis. Dilma não se mexeu para parar o trator ruralista, que está prestes a atropelar o Código Florestal no Congresso – onde, aliás, segue empacada a lei que incentiva a expansão da geração de solar e eólica no Brasil, por puro desinteresse do governo.

Dilma também continua em silêncio sobre o futuro do programa nuclear
brasileiro.
O acidente na usina de Fukushima, no Japão, completou um mês nesta segunda-feira, dia 11 de abril, sendo elevado à categoria máxima dos acidentes nucleares. Ganhou o nível 7, equiparando-se em gravidade à explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.

Nesses trinta dias desde que os reatores de Fukushima começaram a derreter, governos da Europa, China e Estados Unidos anunciaram a revisão de seus protocolos de segurança em usinas nucleares ou a suspensão de investimentos neste tipo de geração. Precisamos da sua ajuda para fazer Dilma seguir o exemplo de outros líderes mundiais.
A paralisia de Dilma nesse assunto contrasta com o exemplo dado por outros líderes mundiais. Você já disse isso para a presidente, assinando a petição pela suspensão dos investimentos na construção da usina nuclear de Angra III. Muito obrigado. Outras 30 mil pessoas também assinaram. Mas precisamos do maior número possível de pessoas para tirar Dilma do estado de letargia. Por isso novamente pedimos sua ajuda.

Divulgue a petição para parar Angra III entre seus amigos. Fale dela no Twitter e Facebook. Quanto mais gente souber, e assinar, melhor. Como você, elas também podem fazer toda a diferença.
Ricardo Baitelo

Abraços,
Ricardo Baitelo
Coordenador de campanha de energia
Greenpeace Brasil